Mulher da mansão abandonada briga com Luisa Mell por cadela: “Ela é minha. Não vai pegar essa”

Live foi feita pelo perfil de Luisa Mell, no Instagram

Live foi feita pelo perfil de Luisa Mell, no Instagram Reprodução/ Twitter

A entrada da Polícia Civil na mansão onde vive a “mulher da casa abandonada” em uma área nobre de São Paulo rendeu nesta quarta-feira (20) um embate entre a moradora do imóvel, a idosa Margarida Bonetti, e a influenciadora e ativista pelo direito dos animais Luisa Mell. 

A polícia entrou no local amparada em uma decisão judicial. Os agentes investigam possíveis maus-tratos a animais e também se houve abandono de incapaz por  parte de familiares da idosa, de 68 anos. Ela vive no imóvel que tem aparência de abandonado. Dois cachorros já haviam sido retirados do local pela polícia após denúncia do Instituto Luisa Mell.

O caso se tornou conhecido em podcast do jornal “Folha de S. Paulo”, que mostrou que a mulher ficou conhecida no bairro de Higienópolis, área nobre de São Paulo, por aparecer sempre com uma pomada branca no rosto. No passado, Bonetti foi processada nos Estados Unidos por manter uma empregada em condições análogas à escravidão. Ela veio para o Brasil antes de o processo ser concluído.

A protetora transmitiu a entrada na casa por meio de uma live nas redes sociais. No vídeo, é possível ver o momento em que Margarida Bonetti retira sua cadela das mãos da influenciadora. “Ela é minha, não vai pegar essa também não. Não mesmo”. Bonetti também afirmou que gostava muito de Luisa Mell antes dos recentes acontecimentos. A discussão pode ser vista na tramissão feita pela influenciadora e começa quando o vídeo já tem cerca de 1 hora e 18 minutos. Veja abaixo.

 

 

Discussão

 

 

 

Após a discussão, a cachorra ficou em poder dos policiais. Os agentes afirmaram que o animal morava em meio ao lixo. Segundo o chefe dos investigadores da Seccional Centro da Polícia Civil, Luiz Zaparolli, o cachorro seria levado para um abrigo municipal.

 

O mandado foi cumprido por equipes da 1ª Delegacia Seccional do Centro, com auxílio da Polícia Científica e da Subprefeitura da Sé, de acordo com o delegado Roberto Monteiro.

 

 

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