As 13 frases que marcaram a noite eleitoral nos Açores

As 13 frases que marcaram a noite eleitoral nos Açores

 

“Eu governarei com uma maioria relativa. E não se trata de uma minoria, uma vitória nunca é uma minoria, é uma maioria de votos e de mandatos”

José Manuel Bolieiro, presidente do PSD/Açores

 

“Como sempre na democracia europeia e ocidental, desde logo, não se pode colocar as maiorias relativas em crise com coligações negativas na oposição”

Idem

 

“Não obstante não haver maioria absoluta da coligação, a verdade é que só pode haver um Governo alternativo se todas as outras forças políticas, e em particular duas — PS e Chega — se unirem, se coligarem”

Luís Montenegro, presidente do PSD

 

“O povo açoriano está contigo, quer-te à frente do Governo Regional, tens todas as condições para levar este caminho por diante”

Idem

 

“Numa sala em que estejam Artur Lima e Paulo Estêvão, José Pacheco não entra. Sabem como é que se diz aqui em São Miguel? Desengatem-se. Ou então liguem para [o Presidente da República] Marcelo Rebelo de Sousa e marque novamente eleições”

José Pacheco, líder do Chega/Açores

 

“Não há governo para ninguém com aqueles dois senhores. Em política, andar às cavalitas dos outros é a coisa mais feia que existe […]. Há aqui um erro muito grave do PSD de dar boleia”

Idem

 

“Só haverá estabilidade governativa nos Açores se houver um acordo de governo para os próximos quatro anos. Vamos trabalhar a partir de hoje, e amanhã, para que esse acordo seja possível”

André Ventura, presidente do Chega

 

“Os resultados destas eleições são claros e evidentes na demonstração de que a minha candidatura não alcançou o sucesso que eu me propus, que eu desejava (…). Fiquei, assim, aquém dos resultados eleitorais que havia fixado como objetivo para estas eleições”

Vasco Cordeiro, líder do PS/Açores

 

“Quando o PS ganha, ganha todo o PS; quando o PS perde, perde todo o PS. E hoje nós perdemos”

Pedro Nuno Santos, secretário-geral do PS

 

“Não haja ilusões, o PS não viabiliza um Governo de direita”

Idem

 

“É um resultado aquém do necessário, aquém do que precisávamos para influenciar diretamente a correlação de forças na Assembleia Legislativa Regional dos Açores”

Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP

 

“Aquilo que queremos garantir é que o Bloco [de Esquerda] continuará a ser a mais firme oposição ao governo da direita. Seremos a mais firme oposição a um governo que tem aumentado a pobreza, que tem privilegiado interesses económicos, que tem batido recordes no número de nomeações e de distribuição de lugares e contamos com o BE/Açores para esta oposição e para manter a força do BE nos Açores”

Mariana Mortágua, coordenadora do Bloco de Esquerda

 

“[Caberá à coligação vencedora] definir qual o caminho que pretende traçar. (…) O cenário que faz mais sentido é que a Iniciativa Liberal faça avaliação ponto a ponto, caso a caso [no parlamento regional], sempre no interesse dos açorianos”

Rui Rocha, líder da Iniciativa Liberal

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