Depois de dois anos, o estudante que foi picado por uma naja prestou depoimento. Pedro Krambeck foi picado em julho de 2021 em casa, onde criava outras cobras de forma ilegal. Segundo ele, a intenção nunca teria sido comercializar e fazer o tráfico dos animais silvestres. Pedro relembra que na ocasião, chegou a dizer para a mãe que não gostaria de ficar em estado vegetativo por conta do veneno e teria pedido que ela desligasse os aparelhos. O estudante conta ainda durante depoimento que antes de entrar em coma, começou perdendo a visão e ficou com formigamento na mão. Ele recebeu o soro apenas dois dias depois.

