A PJ disse, em comunicado, que o incêndio ocorreu pelas 23h30 do dia 27 de junho e colocou “em perigo uma densa mancha agrícola e florestal”.
Esta área, acrescentou, é constituída por “árvores de frutos, mato, povoamentos de pinheiro bravo e outras espécies arbóreas, bem como de habitações e armazéns, de valor consideravelmente elevado, que apenas não foram consumidas devido à rápida deteção e extinção por populares, ainda na fase inicial de deflagração”.
A Judiciária referiu que o suspeito vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação.
A detenção foi efetuada pelo Departamento de Investigação Criminal de Vila Real da PJ, que contou com a colaboração da Guarda Nacional Republicana, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA).
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