Mulher com suspeita de varíola do macaco em São Paulo não tem histórico de viagem recente

Caso está sendo investigado e contatos recentes da paciente estão sendo monitorados

Caso está sendo investigado e contatos recentes da paciente estão sendo monitorados Dado Ruvic/Ilustração/Reuters

O primeiro caso suspeito de varíola do macaco em São Paulo é de uma mulher de 26 anos que não tem histórico de viagem recente e não teve contato com outros casos em investigação, segundo nota divulgada nesta terça-feira (7) pela Secretaria Municipal de Saúde. 

Segundo a pasta, o caso foi notificado no dia 4 de junho e a paciente está internada em um hospital público da cidade, sendo mantida em isolamento. As pessoas que tiveram algum tipo de contato com ela também estão sendo monitoradas. 

“A Covisa [Coordenadoria de Vigilância em Saúde] ressalta que acompanha o cenário nacional e internacional sobre a varíola do macaco (monkeypox), e está em contato com o Ministério da Saúde e o Governo do Estado, por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs)”, diz a nota. 

Além disso, a Covisa informou que emitiu um alerta comunicando as principais características da doença e medidas a serem tomadas pelos equipamentos de saúde do município. 

O Brasil soma sete casos suspeitos de varíola do macaco em diferentes regiões: Ceará (1), Mato Grosso do Sul (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (1). Ainda não há nenhum caso confirmado da doença.

 

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