Inflação acumulada até julho, de 5,79%, é a 2ª maior desde 2004

Inflação acumulada até julho, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004 para igual período

Inflação acumulada até julho, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004 para igual período Marcello Casal/Agência Brasil

Apesar de a prévia da inflação mensal de julho, de 0,13%, divulgada nesta terça-feira (26), ser a menor desde 2020, segundo o  IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), a taxa acumulada no ano, entre janeiro e julho de 2022, de 5,79%, é a segunda maior desde 2004, quando teve início o cálculo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A maior variação acumulada foi registrada em julho de 2015, de 6,90%. Em terceiro lugar ficou a inflação acumulada no mesmo período de 2016, com IPCA-15 de 5,19%.

Em 2015, o índice foi divulgado em 22 de julho, e apresentou variação mensal geral de 0,59%. Recife foi a capital que teve a maior inflação no mês, 0,87%, e Belém, a menor taxa, 0,26%. 

Naquele mês, na comparação com junho do mesmo ano, as altas de preços ficaram por conta dos grupos Habitação (1,15%) e Comunicação (0,59%). O item responsável pela maior variação foi a energia elétrica, com alta de 1,91%, que já vinha apresentando aumentos nos meses anteriores, e se projetou como o mais elevado impacto individual no índice, com 0,07 ponto percentual (p.p.). Naquele ano, as tarifas da conta de luz tiveram aumento médio de 44,75%, sendo ainda mais altos em Curitiba (62,46%), Porto Alegre (57,50%) e São Paulo (55,46%).

No grupo Comunicação, os serviços de telefonia fixa e móvel subiram 1,28% e 0,83% naquele mês, respectivamente.

Menores inflações acumuladas no ano

Já as menores prévias da inflação registradas nos primeiros sete meses do ano da série histórica foram as de 2020, com índice de 0,67%, seguida pela de julho de 2017, com 1,44%, e pela de 2006, com 1,68%.

Em 2020, no quarto mês da pandemia da Covid-19, a inflação mensal teve alta de 0,30%, após o resultado de 0,02% registrado em junho. Naquele ano, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco apresentaram alta em julho. O maior impacto, de 0,22 ponto percentual, e a maior variação positiva, de 1,11%, ficaram com o grupo Transportes, primeira alta depois de quatro meses consecutivos de quedas.

O segundo maior impacto, de 0,08 p.p., foi de Habitação, com variação de 0,50%. As quedas ficaram com os grupos Vestuário, com diminuição de 0,91% no mês, e Alimentação e bebidas, com deflação de 0,13%. As informações são do IBGE, da Comparação de variações acumuladas no ano até o mês corrente (%), julho 2004 – julho 2022.

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