Homem vai a júri por morte de vigilante de supermercado em Goiânia

Homem vai a júri por morte de vigilante de supermercado em Goiânia


Giuliano Gennes é suspeito de matar a tiros Paulo de Tarso Florêncio, em maio de 2013. Segundo juiz, vítima tinha envolvimento no comércio de armas. Giuliano Gennes é julgado pela morte de um vigilante de supermercado em Goiânia
Reprodução/TV Anhanguera
O réu Giuliano Gennes, suspeito de matar a tiros o vigia Paulo de Tarso Florêncio, de 53 anos, é julgado nesta terça-feira (25) em Goiânia. Segundo a denúncia, o crime foi cometido por vingança. As investigações mostraram que a vítima trabalhava em um supermercado como vigilante, mas também participava de atividades criminosas.
“O Paulo vendia armas para alguns criminosos e denunciava outros traficantes de armas para a polícia. O Giulliano, movido com o sentimento de vingança, matou o vigia”, explicou o juiz Jesseir Coelho de Alcântara.
O crime aconteceu no dia 20 de maio de 2013 em um supermercado no Jardim da Luz, onde a vítima trabalhava. Um vídeo, divulgado pela Polícia Civil quase um ano depois do homicídio, mostra o momento em que Giuliano chega até a distribuidora, saca a arma e dispara três tiros na cabeça da vítima.
Por meio das imagens, os investigadores compararam características físicas e também identificaram uma tatuagem na nuca do autor, chegando até Giuliano.
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Concorrência
Ainda segundo o juiz, Paulo denunciava os criminosos para tentar diminuir a competição na venda de armas. “É como uma disputa pelo tráfico de drogas. Quando você tira um de circulação, você ganha mais território e dinheiro. Mas nesse caso era com armas”, completou.
O Ministério Público pede a condenação do réu por homicídio qualificado, por motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
O G1 não conseguiu contato com a defesa do réu durante o julgamento.
As testemunhas que foram chamadas para o júri foram dispensadas, pois não presenciaram o fato. Segundo a acusação a única prova do crime é um vídeo da câmera de segurança do comércio onde aconteceu o assassinato.
Laudo comparou características físicas e tatuagem para chegar até suspeito
Reprodução/TV Anhanguera
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