Empresas apontam estabilização da atividade na construção

 

De acordo com o ‘Inquérito à situação do setor’ relativo ao terceiro trimestre do ano passado, divulgado hoje pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), “as empresas que referem um incremento da atividade diminuiu sete pontos percentuais, para 19%, assistindo-se ainda a um ligeiro incremento das empresas que assinalam um decréscimo da atividade, que passa de 12% para 13%”.

No segmento das obras públicas, a falta de mão-de-obra especializada foi indicada por 75% das empresas e o aumento dos preços das matérias-primas, energia e dos materiais de construção foi assinalado por 73% dos inquiridos como “as principais dificuldades” com que se debatem.

Estas percentagens que correspondem a aumentos de nove e de dois pontos percentuais, respetivamente, face ao apurado no trimestre anterior.

Já a escassez das matérias-primas e de materiais de construção, identificada por 43% das empresas, “mantém-se como o terceiro fator mais assinalado”.

Quanto ao segmento das obras privadas, o aumento dos preços das matérias-primas, da energia e dos materiais de construção “mantém-se como o principal constrangimento apontado”, segundo a AICCOPN, tendo sido assinalado por 83% das empresas (82% no trimestre anterior).

Seguiu-se a falta de mão-de-obra especializada, identificado por 82% (79% no primeiro trimestre), e, como terceiro problema mais referido, à semelhança do que sucede nas obras públicas, surge a escassez das matérias primas e dos materiais de construção, com 46% das empresas a destacar esta dificuldade.

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