Muita gente nas redes sociais não achou uma cobra camuflada nesta imagem: você é capaz? Lagosta entra no óleo fervendo achando que é água e web não sabe se ri ou se chora. Bizarro: cientistas encontram dezenas de bonecas assustadoras em praia. A seguir, os conteúdos mais lidos do HORA 7 na última semana!
Uma cobra totalmente camuflada deixou muita gente no Twitter confusa. O predador se escondeu perfeitamente no chão de uma floresta e nem com um zoom poderoso a maioria das pessoas conseguiu encontrar (o que incluiu nós, do HORA 7). A postagem foi publicada originalmente no Facebook, mas viralizou no Twitter, no sábado (30), onde deixou muita gente intrigada com a capacidade de camuflagem do réptil
O animal é uma serpente-mocassim-cabeça-de-cobre (Agkistrodon contortrix), espécie que habita o leste dos EUA. Tem cerca de 90 cm e possui um veneno perigoso (mas raramente mortal) para o homem. Por isso, andar de forma descuidada em um local onde essas cobras se camuflam pode não ser uma boa ideia
Um aviso sincero: é realmente muito difícil encontrá-la, mas garantimos que tem uma cobra aí. No Twitter, alguns chegaram a dizer que tudo não passava de uma pegadinha
Para ajudar, vamos dar um zoom. Não por acaso, o americano Frederick Wallace publicou a imagem com a legenda: “Por isso que você tem que ter cuidado a cada passo na floresta”
Uma lagosta desavisada mergulhou numa panela de óleo fervente, provavelmente pensando que voltaria para a liberdade do mar
O momento dividiu a web em duas emoções extremas: a risada da situação inusitada, e o choro pelo final infeliz para o animal
Pesquisadores usam uma página do Facebook para mostrar ao mundo uma série de achados bizarros nas areias da praia de uma reserva científica no Texas. Entre eles, destacam-se diversas bonecas bizarras, que se tornaram um sucesso na rede social
A região pesquisada é um trecho de praia de 65 km, localizado na Reserva Mission-Aransas, do Instituto de Ciências Marinhas da Universidade do Texas
Até o momento, foram encontradas 30 bonecas, algumas realmente bizarras
Duas vezes por semana, cientistas percorrem as areias em busca de itens para estudo

