O técnico Fábio Carille foi demitido do Athletico-PR após somente 21 dias de trabalho. Com gancho na saída dele, confira um levantamento com treinadores que tiveram curtas passagens por clubes brasileiros:
Fábio Carille – 2022 – Athletico-PR: O técnico não durou um mês no comando do Furacão. Acertou em 13 de abril e foi demitido em 4 de maio
Ramón Diaz – 2020 – Botafogo: O treinador chegou, mas não conseguiu comandar o time, pois passou por uma cirurgia. Sua comissão técnica assumiu às rédeas do Fogão. Foram três derrotas em três jogos
Bruno Lazaroni – 2020 – Botafogo: Não foi a primeira vez no ano em que o Botafogo demitiu um técnico em um período tão curto de tempo. Bruno Lazaroni não resistiu nem um mês no Alvinegro. Foram só 27 dias. A derrota para o Cuiabá, na Copa do Brasil, por 1 a 0, foi o ponto final
Rogério Ceni – Cruzeiro – 2019: deixou o cargo após oito jogos como treinador da Raposa, com apenas duas vitórias
Zé Ricardo – Fortaleza – 2019: ele deixou a equipe nordestina após sete partidas, com um aproveitamento de 23,8%
Geninho – Athletico-PR – 2011: Geninho deixou o Furacão com oito vitórias e um aproveitamento de 83%
Antônio Lopes -América-MG – 2011: Antônio Lopes chegou ao América-MG em 12 de julho e saiu em 1º de agosto alegando motivos pessoais. O retrospecto do técnico foi de dois empates e duas derrotas
Celso Roth – Vasco – 2010: o treinador pediu para sair depois de cinco jogos, devido a uma proposta do Internacional
Vagner Mancini – Grêmio – 2008: Um caso raro de treinador que foi demitido mesmo invicto é Vagner Mancini. Em 2008, ele venceu quatro e empatou dois nos primeiros seis desafios do Grêmio na temporada e ainda assim perdeu o cargo para Celso Roth
Mário Sérgio – Botafogo – 2007: Mário Sérgio se demitiu do Botafogo com dez dias de trabalho, obtendo três derrotas em três partidas. Cuca foi o nome escolhido para o seu lugar
Júnior – Corinthians – 2003: Uma semana. Esse foi o período de Júnior como treinador do Corinthians. Ele assumiu o comando em outubro de 2003. Após perder por 3 a 0 para São Caetano e São Paulo, o ex-lateral da seleção brasileira pediu demissão
Murtosa – Palmeiras -2002: Fiel escudeiro de Luiz Felipe Scolari, Flávio Teixeira, o Murtosa, não teve muita sorte longe da sombra de Felipão. Em 2002, Murtosa foi contratado para treinar o Palmeiras, mas só ficou 20 dias e quatro jogos (25% de aproveitamento) no cargo
Candinho – Corinthians – 1997; Candinho ficou à frente do Timão por apenas cinco partidas oficiais. Fez o seu papel e livrou o time do rebaixamento. Na temporada seguinte, foi substituído por Vanderlei Luxemburgo
Carlos Alberto Silva – Corinthians – 1991: A passagem de Carlos Alberto Silva pelo Corinthians em 1991 não incluiu nenhuma partida oficial. Foram três amistosos, e então ele recebeu uma proposta milionária do Porto e deixou o Timão
Rodrigo Santana – Coritiba – 2020: Sem nenhuma vitória no comando do Coritiba e depois da derrota para o Sport, o técnico Rodrigo Santana foi demitido pela diretoria alviverde com apenas seis jogos

