CDU realça "sinais" de confiança para eleger um deputado no Algarve

CDU realça "sinais" de confiança para eleger um deputado no Algarve

Em declarações aos jornalistas durante uma arruada da CDU, em Portimão, Paulo Raimundo salientou a “grande oportunidade” para eleger a cabeça de lista do partido por Faro, Catarina Marques, acentuando o “espaço para crescer e alargar” a votação na Coligação Democrática Unitária (CDU, que junta PCP e PEV).

“É fundamental para os algarvios e para as mais de 400 mil pessoas que aqui vivem e trabalham. Estamos muito confiantes e com uma confiança que não é uma ‘fezada’. Estivemos aqui nas ruas no contacto com as pessoas e tudo o que vem são sinais nesse sentido. É necessário”, defendeu.

Confrontado com os números da CDU, que caíram dos 16.539 votos em 2015 para 9.379 em 2022 — ou seja, aproximadamente 40 por cento -, Paulo Raimundo garantiu que “não há como fugir a isso”, mas rejeitou que tal seja uma montanha impossível de escalar para a CDU.

“Só quer dizer que se caímos 40% temos 40% para voltar a crescer. É essa a confiança que temos, é nesse esforço que estamos empenhados e estamos muito confiantes. Eu sei que aquilo que vai aparecendo aqui ou ali não corresponde a este meu sentimento, mas este meu sentimento é a partir do concreto, do contacto com as pessoas”, vincou.

Numa arruada com poucas dezenas de militantes a realizar o curto trajeto em Portimão, lembrou também a campanha que é feita por outros militantes além do secretário-geral e manifestou a convicção de que haverá muitos eleitores ainda indecisos a optarem pelo voto na CDU nas eleições legislativas de 10 de março.

“Quando chegarem à altura de votar, as pessoas vão refletir na força da coerência, da verdade, na força que diz o que faz e que faz o que diz, numa força que não falha e nesta grande força de Abril que é a CDU. No momento certo vão decidir nesta força de confiança, não tenho nenhuma dúvida sobre isso. Aqui, no Algarve, volto a dizer: o povo algarvio tem todas as condições para voltar a eleger um deputado da CDU, que bem falta faria”, declarou.

Mais de 10,8 milhões de portugueses são chamados a votar em 10 de março para eleger 230 deputados à Assembleia da República.

A estas eleições concorrem 18 forças políticas, 15 partidos e três coligações.

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