A ciência confirma o que muitos suspeitavam: o excesso de gentileza pode ser interpretado pelo cérebro como falta de personalidade.
Estudos de psicologia social indicam que não é a bondade que repele, mas a passividade.
Quando alguém concorda com tudo e faz de tudo para agradar, isso sinaliza insegurança e falta de identidade própria. Na fase da conquista, a atração biológica responde à confiança, autonomia e à capacidade de impor limites.
Não se trata de ser arrogante ou rude. Trata-se de ter postura.
O “cara bonzinho” muitas vezes é visto como alguém sem opinião. Já o homem confiante, que sabe dizer “não”, transmite estabilidade emocional.
A ironia é que a gentileza se torna fundamental a longo prazo, para manter o relacionamento. Mas para criar a faísca inicial, você precisa mostrar que tem coluna vertebral.

