"Estou farto de debates e a campanha ainda não começou!"

“As constantes interrupções nos debates dificultam o cabal entendimento do que propõem. 

O Chega, goste-se ou não, passou de epifenómeno a fenómeno. Falem com a malta nova e vejam o que dizem e sentem. 

A mim preocupa-me  a mediania, a incompetência, a impreparação. O país precisa de rupturas para seguir em frente. 

Se continuarmos nesta política de ‘banho-maria’ não vamos a lado nenhum. Mudar de governo e continuar tudo na mesma é mau.

Há excesso de debates. Sou a favor da troca de ideias e sempre pela participação cívica e pela cidadania. A liberdade de expressão não tem preço. 

Porém, o que é demais é moléstia. Chega a haver três debates num dia.

Não estou a seguir os debates com muito interesse. O país tem outros assuntos, outros quesitos, além de eleições.

Esta campanha tornou-se, “a campanha quem dá mais?”. E eu não acredito, em parte, no que dizem. Estarei atento com algum distanciamento e independência.

Onde estão os outros partidos, para além, do PS, PSD, Chega, BE, PCP, PAN, Livre?!

Estamos em pré-campanha e a campanha ainda não começou, vai ter início no final de fevereiro. 

Por mim, ia votar já hoje, acabava esta vozearia, gritaria, falatório e confusão.

E procurávamos seguir em frente. O nosso futuro vai ser complicado com duas guerras a terem reflexos em Portugal: Ucrânia e Israel. Os debates têm pouco conteúdo e estão muito personalizados.

Portugal é um país de trafulhices e trafulhas, mas eu gosto de viver aqui. Tenho pena que seja assim.”

Goiás Alerta

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