Coletânea Super Castelo Branco é "montra" da oferta musical albicastrense

“Castelo Branco tem uma longa história em bandas de música moderna, maioritariamente ligadas ao rock. É uma cidade com bastante oferta a nível musical, e isso passa um bocadinho despercebido ao resto do país e, muitas vezes, até a muitas pessoas da cidade sobre o que se faz”, salientou , em declarações à agência Lusa, Rodolfo Matos, um dos elementos da editora.

Depois de uma primeira coletânea editada em 2005, o segundo volume do Super Castelo Branco passa de 12 para 37 artistas e bandas albicastrenses, que apresentam 37 canções originais e quase todas inéditas, dos mais diferentes estilos.

Além do suporte físico, ilustrado com uma pintura da cidade do pintor Jacinto Alves, e acompanhada de um poema inédito do poeta António Salvado, o disco estará também disponível nas plataformas digitais.

Segundo Rodolfo Matos, em declarações à Lusa, a coletânea é “uma prova da riqueza e diversidade da oferta musical em Castelo Branco, que vai desde o indie ao rock, ao hardcore, ao heavy metal, ao jazz, à folk, ao hip-hop, à eletrónica, à pop, ao punk e a muitos outros géneros”.

O músico e um dos responsáveis da Skud & Smarty Records frisou que “muitos mais nomes poderiam fazer parte” da coletânea, porque “há projetos que estão no início que são incríveis” e “muitos nem tocaram ainda ao vivo”.

O disco “é uma montra do que se faz musicalmente em Castelo Branco” e a intenção foi ser o mais eclético possível.

“Além de incluir os óbvios, a ideia principal foi abranger o maior número de géneros possível e com qualidade”, acentuou Rodolfo Matos, para quem “o disco é também uma homenagem à cidade, às suas gentes e à sua herança criativa, artística e musical”.

Do primeiro volume, apenas os Norton são um nome repetido, mas Rodolfo Matos, baterista da banda, frisou que quase todos os músicos que participaram no primeiro Super Castelo Branco integram a nova coletânea com outras bandas.

O músico considera o projeto, além de “uma forma de promoção de artistas” albicastrenses, também “uma fotografia da música que se faz atualmente em Castelo Branco”.

O representante da editora manifestou o desejo de este ser também “um incentivo para outros que estão a começar a fazerem coisas mais a sério e sentirem que há quem queira divulgar”.

Ainda sem datas, na calha estão apresentações ao vivo em Castelo Branco e em Lisboa, enquanto se “começa a pensar” já no terceiro volume da coletânea, possivelmente dentro de dois anos, “para dar espaço” para o aparecimento de novos projetos musicais.

Antes do Super Castelo Branco, a editora esteve envolvida no lançamento, em parceria, das coletâneas Raia Tone, Raia Lab e Raia Lounge, com bandas da região.

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