Os suspeitos montavam a rede elétrica ilegal em postes improvisados e até em árvores quando foram presos em flagrante. Mais de 2 km de cabos e fios usados para furtar energia foram apreendidos. Os criminosos criavam redes ilegais de energia e vendiam o serviço para ambulantes, que eram obrigados a pagar taxas semelhantes às de empresas regularizadas. Três milícias estariam à frente do esquema, que fatura, em média R$ 600 milhões por ano.

