Estrangulamento sexual ato popular entre casais pode causar derrame, convulsão e paralisia

Um ato sexual popular entre casais pode causar derrame, convulsão e paralisia, segundo alertam especialistas. O comportamento em questão é o estrangulamento sexual — também chamado de “engasgo” em contextos eróticos — e tem se tornado cada vez mais comum entre jovens adultos.

Um estudo publicado no periódico Archives of Sexual Behavior revelou que mais da metade dos australianos com 35 anos ou menos já foram estrangulados durante o sexo por um parceiro. Apesar de consensual em muitos casos, médicos e pesquisadores alertam que não existe uma forma segura de realizar esse tipo de prática sem colocar a saúde — e até a vida — em risco.

O estrangulamento sexual consiste em aplicar pressão no pescoço da outra pessoa, com mãos, braços, pés ou objetos como cintos e cordas, para restringir o fluxo de sangue ou de ar e intensificar a excitação. O problema é que o pescoço é considerado “assustadoramente frágil” e, segundo especialistas, até mesmo a força usada para abrir uma lata de refrigerante pode ser suficiente para causar desmaios, lesões cerebrais permanentes ou até a morte.

Entre as possíveis consequências desse ato sexual popular entre casais estão tontura, vertigem, alterações na visão, dificuldade para engolir, hematomas no pescoço e, nos casos mais graves, convulsões, derrames, paralisia, danos neurológicos irreversíveis e até aborto espontâneo.

De acordo com a professora Debby Herbenick, a cada novo episódio, os riscos se acumulam, como acontece com lesões na cabeça em acidentes esportivos. “É como um traumatismo craniano”, comparou.

Fonte :Maisgoias/foto:Imagem ilustrativa

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