No Dia do Beijo, comemorado no último domingo 13 de abril, vale lembrar que, embora beijar seja algo maravilhoso, o ato também pode oferecer riscos à saúde bucal de quem troca saliva.
Segundo a dentista Ianara Pinho, beijar é uma demonstração de afeto, mas pode acarretar alguns problemas caso a saúde bucal não esteja em dia. Além de cuidar de si próprio, é importante observar se o parceiro demonstra algum sintoma aparente de coriza, febre ou aspecto de gripe, ou se tem alguma lesão no lábio.
Doenças como herpes simples, gripes e resfriados, mononucleose infecciosa, covid-19 e sarampo, entre outras, podem ser contraídas na hora do beijo. A dentista também indica evitar múltiplos parceiros para cuidar de si mesmo e do próximo.
Em relação à halitose, o mau hálito, Ianara explica que 90% das causas têm origem bucal. “É importante averiguar como está a higienização não somente dos dentes, mas também da língua”, acrescenta.
Ao estimular a secreção de saliva – um dos fatores protetores para cárie e outros problemas bucais – , Inara pontua que o beijo pode ser sim um fator protetor para a saúde bucal. Apesar disso, a troca de saliva leva a um compartilhamento considerável de microrganismos, não necessariamente prejudiciais. “Na maioria dos casos, não representam risco significativo para a saúde, considerando que as pessoas tenham boa saúde geral e bucal”, argumenta.
Em aspectos positivos, a dentista Anna Karolina Ximenes destaca que o beijo estimula e libera hormônios importantes para o bem estar, como oxitocina, dopamina, endorfina e adrenalina.
Fonte:correio brasiliense/foto:Imagem ilustrativa
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