Suzane von Richthofen tenta liberar o corpo do tio encontrado morto dentro de casa; entenda

Suzane von Richthofen esteve na 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, na segunda-feira (12/01), para solicitar a liberação do corpo do tio Miguel Abdalla Netto, encontrado morto dentro da própria residência no bairro Campo Belo. O caso é tratado pela Polícia Civil como morte suspeita e segue sob apuração pericial. As informações são da coluna True Crime do O GLOBO.

 

A ida de Suzane à unidade policial chamou atenção de agentes porque foi no mesmo local que, em 2002, foi formalizada a comunicação do assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen. À época, Suzane prestou depoimento na delegacia acompanhada justamente do tio, agora encontrado sem vida aos 76 anos.

 

Miguel Abdalla Netto era médico, vivia sozinho e mantinha rotina reservada. Sem cônjuge, filhos ou parentes diretos vivos, deixou como familiares apenas Suzane e Andreas von Richthofen. Na conversa com investigadores, Suzane alegou ser a parente consanguínea mais próxima, na condição de sobrinha de primeiro grau, e tentou formalizar a liberação do corpo para sepultamento. A iniciativa também abriria caminho para assumir a função de inventariante dos bens, estimados em cerca de R$ 5 milhões, incluindo imóveis no Campo Belo e um sítio no litoral paulista.

 

O pedido não foi aceito pelos policiais. Um dia antes, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também buscou a liberação, mas foi orientada a apresentar comprovação formal de parentesco. Ela conseguiu apenas reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal.

 

Na madrugada em que Miguel foi encontrado morto, o portão da residência apareceu pichado com a frase “Será que foi a Suzane?”.

 

Fonte:Alfinete/foto:Imagem reprodução

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