A Polícia Federal abriu nesta sexta-feira (12) a Operação Transparência para apurar possíveis irregularidades no repasse de recursos públicos por meio de emendas parlamentares.
A ação cumpre dois mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ambos em Brasília. O deputado federal Gustavo Gayer está entre os investigados.
As investigações da Polícia Federal apontam indícios de peculato, falsidade ideológica, uso de documentos falsos e corrupção. A apuração se apoia também em informações obtidas em uma operação realizada em outubro do ano passado, quando os agentes identificaram a criação de uma Oscip com documentação fraudada.
De acordo com a PF, essa entidade teria sido montada para direcionar recursos da cota parlamentar ligados ao deputado Gustavo Gayer.
Com a nova fase da operação, o parlamentar publicou um vídeo nas redes sociais na noite de quinta-feira (11). Na gravação, ele afirma ser alvo de perseguição e alega que a ação teria o propósito de inviabilizar sua futura candidatura ao Senado.
Gayer também declarou que só soube das diligências após a repercussão na imprensa e acusou o ministro Alexandre de Moraes de tentar “terrorismo” contra ele e o filho dele que também foi indiciado.
Fonte:odia/foto:Imagem reprodução

